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Mostrando postagens de dezembro, 2009

Reinércia

Como todos os dias dos dias que não há nada para fazer, inventamos um refugio, algo novo para fazer. Mesmo não sendo uma atividade, não sendo um erro, ou um novo projeto Seguimos loucos e injustos com quem e como escolhemos para viver Se a vida acabasse nisso Como num sono e então um sonho Quais previsões iriamos ter Se o que me resta hoje É só um sonhos Nem me viram sobreviver Como tudo que agente assume e se arrepende E quando assumimos e não sumimos Tinhamos certeza da incerta certeza das coisas, Pois hoje sobraram os mimos, jogadas no ninho Que prometiamos um dia, chamar de "nosso lar" Agora falo de nós sozinho, mesmo juntos Juntando o futuro escuro, com o passado claro Tinhamos que ser loucos e igualmente loucos Poucos são ignorantes e felizes Poucos são os cegos dos egos Poucos são o centro da atenção Poucos sentem a intenção ou... A sensação de ser quem se diz Eu não... Não mais...