Como todos os dias dos dias que não há nada para fazer, inventamos um refugio, algo novo para fazer.
Mesmo não sendo uma atividade, não sendo um erro, ou um novo projeto
Seguimos loucos e injustos com quem e como escolhemos para viver
Se a vida acabasse nisso
Como num sono e então um sonho
Quais previsões iriamos ter
Se o que me resta hoje
É só um sonhos
Nem me viram sobreviver
Como tudo que agente assume e se arrepende
E quando assumimos e não sumimos
Tinhamos certeza da incerta certeza das coisas,
Pois hoje sobraram os mimos, jogadas no ninho
Que prometiamos um dia, chamar de "nosso lar"
Agora falo de nós sozinho, mesmo juntos
Juntando o futuro escuro, com o passado claro
Tinhamos que ser loucos e igualmente loucos
Poucos são ignorantes e felizes
Poucos são os cegos dos egos
Poucos são o centro da atenção
Poucos sentem a intenção ou...
A sensação de ser quem se diz
Eu não...
Não mais...
Só quero paz, meus amigos e amores Uma vida... algo bom para fazer Como curtir um som Olha as paisagens Todas belas paisagens Em varios sentidos da beleza Ver um cão latir e correr arisco E logo depois o conquistar Com um estender de mãos Tudo tão simples Leve e pesado Com ritmo elevado Não pare de girar mundo Não pare mais Não pare de me molhar chuva Não pare nunca mais não Esquente e venha me refrescar Mas não é sempre assim
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