Estamos quase no fim e o que me resta é uma cara de palhaço triste
Aquela oposta de um sorriso de orelha a orelha
Vendo pessoas felizes ao meu redor, quase que às vezes sem me olhar
E se olha não enxerga, se vê não vendo meu sofrimento
Se sente a dor, aplaude me dizendo que sou um bom ator-palhaço
É quase no fim do espetáculo que rola aquela nostalgia
A vontade de reviver aquela piada, ou aquele drama
Só por que nos remete ao passado
Sim, nos todos somos museu. Adoramos o passado
Depois do fim, creio que sobrarão fotos, vídeos e músicas
Que ao ver ou tocar apunhalará o peito
Que sangrará pelos olhos, um sangue sem cor
Num corpo sem alma,
Pois “a alma, como toda arte, vive e sobrevive no amor”
Aquela oposta de um sorriso de orelha a orelha
Vendo pessoas felizes ao meu redor, quase que às vezes sem me olhar
E se olha não enxerga, se vê não vendo meu sofrimento
Se sente a dor, aplaude me dizendo que sou um bom ator-palhaço
É quase no fim do espetáculo que rola aquela nostalgia
A vontade de reviver aquela piada, ou aquele drama
Só por que nos remete ao passado
Sim, nos todos somos museu. Adoramos o passado
Depois do fim, creio que sobrarão fotos, vídeos e músicas
Que ao ver ou tocar apunhalará o peito
Que sangrará pelos olhos, um sangue sem cor
Num corpo sem alma,
Pois “a alma, como toda arte, vive e sobrevive no amor”
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